quinta-feira, julho 22, 2010

Alguns fantasmas permanecem vivos...


Outros fatos também corroboram para esta inusitada e obscura página deste passado, todo este centro histórico, símbolo de uma sociedade altamente rica e de palacetes, graças ao poderio deste coronelismo, também se confrontavam a crescente sociedade que se formava no entorno da cidade, que quando vila tinha seu cemitério localizado no largo da Matriz e que depois fora transferido para a atual Praça Getúlio Vargas, ao lado da centenária e lugar de assombrosas estórias, Escola Estadual Carvalho de Brito...
Hoje os fantasmas assombram de tempos em tempos, não o imaginário popular, mas as lacunas desta história que requer atenção e respeito aos seus heróis, que sequer tiveram uma lembrança  póstuma...




terça-feira, julho 13, 2010

Origens...

Pelo que entendo, nunca havia ouvido qualquer referencia neste sentido: Guaxupé distrito de Guaranésia?
Pois o fato se comprova e os livros de tombo de nossa história, tombados no sentido literal, sequer fazem justificativas ao fato e como todo o processo de emancipação do distrito ocorreu.
Talvez de forma prosaica, o progresso quis se solidificar nas terras dos coronéis ou aliar-se a propagação da fé.
Havia por esta ocasião, ideias revolucionárias de que os povoados que permitiam a construção de seminários e ou conventos cresciam, pois quando em atividade inúmeras famílias optavam por residir nas proximidades, dando desta forma subsídio aos filhos e filhas que ali estudariam e também o comércio crescia de forma exuberante.
Comprovando a teoria, um esboço que tive o prazer de ter em mãos, vislumbrava na época, a construção de um seminário onde hoje na cidade de Guaranésia, se encontra o cemitério. Não acatando a ideia tal projeto foi levado para Guaxupé.
A cidade conta hoje com seminário, um comércio pujante, uma universidade, uma cooperativa de café, diga-se de passagem a maior do mundo e nós... Bem nós temos um cemitério, por enquanto. Pois o mesmo além de alvo constante de vândalos está também com os dias contados.
Mas a história continua...

sexta-feira, julho 09, 2010

A névoa que paira sobre a cidade

Existe uma névoa que não se dissipa...
Ao longo dos anos ela se intensifica, deixa as coisas em obscuro...
As almas mortas ainda esperam por repouso
Mas a névoa é espessa e não deixa que a luz as toque.
Com o passar dos anos a névoa moral tornou-se física e palpável...
Hoje ela se espalha por sobre a história recente e a faz parecer antiquada e rota.
Talvez um dia poderemos respirar um ar mais puro e límpido e 
quem sabe as almas mortas possam repousar em paz...

quarta-feira, julho 07, 2010

De novo cobramos o tempo que passa

De tempo novo cobramos o tempo que passa... passou, ficou no passamento só de passagem.
Nossa história contada como um conto de fábulas, com milagres e coronéis.
Muito pouco se fala na escravidão que gerou rendas e impérios, no tráfico de mão de obra e pessoas que vindas de outras regiões e país que se sujeitaram a vontade deste ditos coronéis da época.
Muito pouco se sabe, que foram os patronos de nossas ruas e o que realmente fizeram por nossa terra.
Quantos sabem que Guaxupé nos idos de 1910, foi distrito de Guaranésia...
Muito tende e deve ser resgatado para a nossa história seja revivida e quem sabe todos entendam algumas questões atuais...

terça-feira, junho 29, 2010

De tempos em tempos as coisas mudam...


De tempos em tempos as coisas em Gardênia mudam... ou ficam emudecidas.
A história nos fala de épocas áureas, de vultos históricos, de uma cidade icone de um progresso para toda uma região. Esta um dia que sabe, poderia ter sido Gardenia.
Porém a história fica muda, os todos os fatos até mais recentes se "mudam" ou melhor dizendo ficam emudecidos. Pois a vontade do agora é que as coisas sejam como são e como querem que sejam e não como deveriam ou poderiam ser.
As Crônicas de Gardênia, apenas começam e partindo da primissa retórica do começo...
Há muito, muito tempo atrás...